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Direitos socioambientais

Banzeiro: os núcleos guardiões do Xingu

Ao longo do rio Xingu, população se organiza em grupos para cobrar direitos e denunciar violações

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Banzeiro: os núcleos guardiões do Xingu

Ao longo do rio Xingu, população se organiza em grupos para cobrar direitos e denunciar violações

Escrito em 22 de Setembro 2021 por

Movimento Xingu Vivo

O Movimento Xingu Vivo para Sempre nasceu para lutar pela sobrevivência do rio Xingu frente à ameaça imposta pela construção da usina de Belo Monte. Depois de a construção da usina ter sido concluída, as populações que vivem ao longo do curso do rio se organizaram em Núcleos Guardiões: “Os núcleos são grupos dentro das comunidades que resolveram pensar, junto com o Movimento Xingu Vivo, como construir um novo plano de vida”, conta Ana Laíde, a partir do minuto 2:03 desse episódio do Banzeiro.

Os Núcleos Guardiões, explica ela, pensam meios de se defender contra os ataques aos territórios, como denunciar violações, plantar sem veneno, reflorestar áreas desmatadas, e lutar contra ameaças como a grilagem de terras e as queimadas.

Nas últimas duas semanas, o Xingu Vivo fez um giro pelos Núcleos Guardiões do Xingu. As histórias que a equipe ouviu são o assunto dessa edição do Banzeiro. O programa comenta, periodicamente, notícias e histórias relevantes para a população do Médio Xingu. Você pode escutar os episódios anteriores no site do Xingu Vivo ou pelo canal do movimento no Youtube.



As histórias contam o caso do núcleo de garimpeiros tradicionais que se organiza para reflorestar áreas desmatadas. Do núcleo que se organizou para pleitear - e conquistar - a criação de uma escola de ensino fundamental. E do núcleo de pescadores que, sem peixe em virtude da construção da usina, teve de abandonar seu modo de vida e passar a plantar, mas que hoje vive sob a ameaça de grileiros.

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