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Direitos socioambientais

Em Santarém, no Pará, projeto busca alternativas limpas de produção de energia que não ameacem a cultura e os modos de vida de indígenas e ribeirinhos

Direitos socioambientais

Podcast Nossos Saberes: projeto Tapajós Solar

Em Santarém, no Pará, projeto busca alternativas limpas de produção de energia que não ameacem a cultura e os modos de vida de indígenas e ribeirinhos

No final dos anos 2000, quando o governo brasileiro anunciou a intenção de construir um complexo hidrelétrico no rio Tapajós, as comunidades ribeirinhas e indígenas que vivem na região de Santarém entenderam que precisavam reagir. As obras provocariam o alagamento de vastas áreas de floresta, afetariam o ciclo migratório de espécies de peixe e levariam à remoção de populações inteiras. Em 2009, o assunto foi discutido durante um encontro organizado pelo movimento Tapajós Vivo em Santarém, no Pará. Um dos saldos desse encontro foi a criação do projeto Tapajós Solar — uma iniciativa que busca alternativas limpas para a geração de energia elétrica na região.

O Tapajós Solar é o assunto do segundo episódio do podcast Nossos Saberes. O programa é parte do projeto Novos Paradigmas: para um outro mundo possível,  uma iniciativa da  Abong (Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais) e do Iser Assessoria, em parceria com o Ibase (Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas).

Toda semana, aqui na Brasil de Direitos, você vai escutar a história de pessoas e iniciativas que pensam novas maneiras de criar uma sociedade mais justa.



O Tapajós Solar tem construído uma alternativa de energia limpa e sustentável para salvar o rio Tapajós e manter a soberania das populações tradicionais, uma ação de resistência contra as hidrelétricas previstas para a região que poderão trazer danos ambientais e sociais irreversíveis. 

>>Podcast Nossos Saberes: Umoja, uma moeda solidária

Para explicar sobre o assunto, o Nossos Saberes recebe dois ativistas engajados com o tema de energia limpa: Isabel Cristina, do movimento Tapajós Vivo, e Ivo Poletto, assessor do Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Socioambiental.

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